Aqui estou de novo. Não queria estar, mas estou. Não me lembro do ultimo dia que digitei tão rápido e tão angustiado. Não consigo pensar em uma sentença completa pra escrever, temo pelo resultado deste post mas estou me ameaçando há meses que eu voltaria pra cá, e vejam onde estou. Não sei em quem confiar, não sei como confiar. Acredito em algo que me negam mas as frases perdidas me confirmam. Não sei o que fazer. Não sei se relevo em consentimento como sempre ou se decaio em ódio sepulcral. Estou tendendo ao ódio, você não está mal. Eu o estou. Não quero voltar pra cá. Não estou pronto pra isso agora, tenho planos pra terminar ainda. Cair aqui é meu provável mais notável erro. Deixarei que este contraste com os teus. Gostaria de dizer que você não tinha o direito de fazer isso... Você não podia! Não! Uma conversa há tempos atras e tudo acabaria bem. Olha onde estamos, olhe COMO estamos! Sua aventura me custou a sanidade. Essa noite eu não dormirei. Havia abdicado deste estado deplorável e agora essas gavinhas voltam a me sufocar. Não consegui aceitar o perdão, não consegui aceitar o esquecimento. A vontade que tenho de te ver é a mesma que tenho de continuar aqui: Nenhuma, mas meu corpo age por conta própria a ignorar qualquer pensamento são. A cada minuto eu me odeio mais, a cada minuto eu me felicito menos. A cada minuto, estamos mais distantes....
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