"E esse é meu ódio, veneno que tomo querendo que outro morra..."

Visitas:

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Quando a nostalgia bate à porta.

Desculpem, eu tinha esse texto todo na minha cabeça ontem a noite (ele foi pensado no banho, na verdade), mas assim que escrevi o título alguns acontecimentos me abalaram e preferi não postar ontem. Então, vamos tentar hoje de novo. Estou tentando me levantar, então vou me levantar.
Ontem, durante o banho, o bar da esquina começou a tocar um samba muuuuito velho. Para dimensionamento: era a música que estava tocando quando eu migrei meu primeiro personagem para Main Island no Tibia. Eu ainda usava internet discada e só conectava nos fins de semana por causa do pulso mais barato. Isso tem uns bons 8 anos, acredito. Aquela música que a letra não me agrada nem um pouco, mas a melodia me fez um bem estranho. Uma saudade da época de passar por aquilo, mas não me entristeceu, me fez rir enquanto enxaguava meu cabelo. Isso me fez pensar bastante coisa: Eu me senti bem mal quando tive de parar de jogar Tibia pra estudar melhor, mas depois de tanto tempo tenho essa lembrança feliz em mim e me senti bem quando ela veio à tona. A saudade existe, mas não sinto mais falta e fico bem em ter lembranças daquilo. Quem sabe, talvez, daqui há uns anos essa falta que tô sentindo agora não dá lugar ao mesmo sentimento de alegriazinha pelo tempo que foi bom, além de tudo passado. O que quero dizer é: Por experiências e vivências, tudo vale.
De qualquer forma, melhor que matanza, taquila e rum; só o tempo.

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

E eu prefiro esse ser essa metamorfose ambulante

Olá, tudo bem?

Bem, coisas mudaram na minha vida e tenho pensado em aproveitar essas mudanças e tentar me readequar e quebrar alguns paradoxos que tomei pra vida. Me sinto mudado e me sinto mudando, para bem ou para mal é questão de opinião; espero que para melhor. Conversas correram e numa delas percebi tudo que esse blog representa pra mim. Sempre foi o lugar que eu caí, ainda vejo esse lugar como "o lugar onde caio quando não aguento". Mas tenho pensado em transformar isso aqui. Mudar a mobília de lugar, pintar as paredes e juntar tudo, manter o laço que tanto prezo com o passado que tive e acabar com essa imagem depreciativa que tenho daqui. Tenho total ciência que isso não vai voltar a produção a todo vapor de uma hora pra outra, tô nesse estado de metamorfose ambulante e parece que a cada dia tomo decisões diferentes pra mesma questão. Mas vamos ver o que consigo fazer. Do mais, peço que meus ávidos leitores não me questionem muito quanto aos primeiros posts até que eu me acostume com essa nova vida de exposição de opiniões que tô tentando assumir.

Beijos e até a próxima.

sábado, 6 de dezembro de 2014

Vou me arrepender.

Aqui estou de novo. Não queria estar, mas estou. Não me lembro do ultimo dia que digitei tão rápido e tão angustiado. Não consigo pensar em uma sentença completa pra escrever, temo pelo resultado deste post mas estou me ameaçando há meses que eu voltaria pra cá, e vejam onde estou. Não sei em quem confiar, não sei como confiar. Acredito em algo que me negam mas as frases perdidas me confirmam. Não sei o que fazer. Não sei se relevo em consentimento como sempre ou se decaio em ódio sepulcral. Estou tendendo ao ódio, você não está mal. Eu o estou. Não quero voltar pra cá. Não estou pronto pra isso agora, tenho planos pra terminar ainda. Cair aqui é meu provável mais notável erro. Deixarei que este contraste com os teus. Gostaria de dizer que você não tinha o direito de fazer isso... Você não podia! Não! Uma conversa há tempos atras e tudo acabaria bem. Olha onde estamos, olhe COMO estamos! Sua aventura me custou a sanidade. Essa noite eu não dormirei. Havia abdicado deste estado deplorável e agora essas gavinhas voltam a me sufocar. Não consegui aceitar o perdão, não consegui aceitar o esquecimento. A vontade que tenho de te ver é a mesma que tenho de continuar aqui: Nenhuma, mas meu corpo age por conta própria a ignorar qualquer pensamento são. A cada minuto eu me odeio mais, a cada minuto eu me felicito menos. A cada minuto, estamos mais distantes....

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

É... Será que tem jeito?

Não sei se pior ou só diferente (e provavelmente diferente), mas to aqui nesse abismo de novo. Vou declarar moradia oficial aqui, acho que aqui é minha cidade natal, de fato. Aaah, meu querido blog. Você não poderia imaginar o tamanho da falta que eu sinto de quando minhas palavras ecoavam por aqui e sumiam sem ninguém pra ouví-las. E você nem imagina o quanto eu preciso disso de volta. Mas confesso estar levemente aterrorizado com a ideia disso se efetivar...