"E esse é meu ódio, veneno que tomo querendo que outro morra..."

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sábado, 29 de maio de 2010

háhha...

Hoje pode, talvez, ser um dia para marcar épocas! Me deu vontade de escrever no blog, em mais um de meus pensamentos loucos e sem precisão e ouvindo Nando Reis, simplesmente me peguei sorrindo sem um motivo lógico, havia muito tempo que não ouvia Nando Reis, e agora me sinto 'normal', ou sabe-se la o que é normal nesse cotidiano insano, mas não me vejo escrevendo no blog como sempre à beira de um precipício com uma placa nomeada "suicídio", o dia que tive "longe de tudo" só com os amigos e lendo teve certamente uma grande parcela de responsabilidade pela momentânea alegria atual, mas, ainda é inusitado que eu esteja aqui, escrevendo por escrever, me pego a cada dia sendo, cada vez mais, o que sempre critiquei, sou uma inquietante e hilária contradição... Estranho não?



"Pra você guardei o amor
Que nunca soube dar
O amor que tive e vi sem me deixar
Sentir sem conseguir provar
Sem entregar
E repartir
Pra você guardei o amor
Que sempre quis mostrar
O amor que vive em mim vem visitar
Sorrir, vem colorir solar
Vem esquentar
E permitir
Quem acolher o que ele tem e traz
Quem entender o que ele diz
No giz do gesto o jeito pronto
Do piscar dos cílios
Que o convite do silêncio
Exibe em cada olhar
Guardei
Sem ter porque
Nem por razão
Ou coisa outra qualquer
Além de não saber como fazer
Pra ter um jeito meu de me mostrar
Achei
Vendo em você
E explicação
Nenhuma isso requer
Se o coração bater forte e arder
No fogo o gelo vai queimar
Pra você guardei o amor
Que aprendi vendo meus pais
O amor que tive e recebi
E hoje posso dar livre e feliz
Céu cheiro e ar na cor que arco-íris
Risca ao levitar
Vou nascer de novo
Lápis, edifício, tevere, ponte
Desenhar no seu quadril
Meus lábios beijam signos feito sinos
Trilho a infância, terço o berço
Do seu lar
Guardei
Sem ter porque
Nem por razão
Ou coisa outra qualquer
Além de não saber como fazer
Pra ter um jeito meu de me mostrar
Achei
Vendo em você
E explicação
Nenhuma isso requer
Se o coração bater forte e arder
No fogo o gelo vai queimar
Pra você guardei o amor
Que nunca soube dar
O amor que tive e vi sem me deixar
Sentir sem conseguir provar
Sem entregar
E repartir
Quem acolher o que ele tem e traz
Quem entender o que ele diz
No giz do gesto o jeito pronto
Do piscar dos cílios
Que o convite do silêncio
Exibe em cada olhar
Guardei
Sem ter porque
Nem por razão
Ou coisa outra qualquer
Além de não saber como fazer
Pra ter um jeito meu de me mostrar
Achei
Vendo em você
E explicação
Nenhuma isso requer
Se o coração bater forte e arder
No fogo o gelo vai queimar"
"Pra você guardei o amor" - Nando Reis

=^-^=

segunda-feira, 24 de maio de 2010

É... Estou 'bem'...

Bem-vindos à um mundo pútrido e desnecessário.
É significativamente incrível o que uma reles mudança de rotina pode ocasionar pelos meses a frente, uma maldita frase inesperada em uma saída para tomar sorvete, e agora só penso em não pensar no que não consigo parar de pensar, no mesmo que pensava segundos após tal frase...
Sonhos, planejamentos, relações, conflitos, felicidade, calma, qual o sentido de pensar nisso tudo se não se tem motivação para respirar o hoje? Viver por viver, um dia após o outro em uma cansativa espera por calma e silencio, esperar tão instintivamente o óbito não parece tão interessante.
Palestras motivacionais de pessoas que supostamente ja tenham passado por isso, não o torna intendível, se "cada caso é um caso" que diabos alguem explicaria que é fase o que se passa agora? Tanta imposição, tanto imperativo ecoando em minha mente para um motivo tão fútil quanto o de minhas supostas "crises".
É esse o mundo que tanto se lutam para viver? É essa a sociedade em que vivo como recompensa de ser um maldito espermatozóide mais rápido? Lutando pra viver esse imposicionismo frustrante? Morram malditas criaturas modistas levadas pelo controle social, grupo ao qual eu não me excluo, o desastre 2012 infelizmente é só um folclore ridículo, o fim do mundo ja se estende em 2010, e onde esta sua gloriosa entidade religiosa? Afinal, para que salvá-los? Esse seria a solução de melhor calma, silencio e óbito para todos...
Esse não é o fim, continuo a viver por uma minoria que ainda por me ver pendurado por ultimos fios à um precipício, ainda tem forças para estender a mão e dizer "qualquer coisa, eu sempre estarei aqui." independentemente do caos que minha mente esteja, do ódio que eu sinta fluir por veias, da desmotivação eminente... Sobreviverei a uma vida para ouvir mais uma vez tais vozes...
E no fim, em um acesso de ódio, soco a parede, Newton se torna verdadeiro, e corro para perto de quem quero, e preciso, estar; com a mão doendo a qualquer movimento, porem momentaneamente 'feliz', a troca equivalente de uma dor mental por uma física...
Sou essa desnecessidade hipocrita... E minha mão ainda doe maquiada e perdida entre minha mente alheia...

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Buh! Me dê uma alegria...

Rotina, maldito labirinto a que cada vez mais me aprisiono, tal labirinto que cada dia mais me perco, esse lugar pútrido, com estranhas sensações, uma inquietação, um caos silencioso de desencadeando lenta e tortuosamente, esta rotina inquebrável sem quem eu realmente quero; lugar em que eu enlouqueço! Dias aturáveis, dias à beira do precipício, dias que passam imperceptivelmente, dias que doem ao seu decorrer, e assim vivo minha amável rotina adolescente, tento ao máximo disfarçar o ódio que corre pelos corredores desse labirinto, decoro as paredes à meu feitio, em uma tentativa vão de ilusionismo de que estou bem, tentativa falha que não consegue me enganar. Porem, mais uma vez aqui estou, vivendo o inicio e pensando no fim, vivendo 7 dias em uma semana, esperando por um único que teoricamente faz todos os outros valerem à pena, e assim vivo minha amável vida adolescente... Seria demais esperar que todos pulassem em tal labirinto e acabasse assim com todo e qualquer vestígio do ódio que se esconde pelos corredores escuros? Tanto faz, enquanto espero o fim, vivo no escuro, no mesmo escuro onde ele se esconde, 'e assim vou vivendo minha amável vida adolescente'...
Só espero ouvir um simples "Buh!" que me faça rir, e me dê uma alegria...

quarta-feira, 5 de maio de 2010

ma²+r+y+c+k+2e+2L=S/2

ma²+r+y+c+k+2e+2L=S2/2
Huum... E agora? que conta uso? A tão divertida equação quadrática não parece servir agora.
Sistema? acho que ainda não.
Que droga, isto é só uma função matemática, eu deveria conseguir resolver isto...
Área da circunferência, área do heptágono... O que? O que!? Função? Probabilidade? Análise combinatória? Teorema de Pitágoras? Álgebra? Aritmética? Geometria? Trigonometria? Progressões? Exponencial? Raiz Quadrada? E cúbica? Geometria analítica? Vetores? Logaritmo? Juros? Semelhança de triângulos? Seno? Cosseno? Tangente? Conjuntos? Aah! Sim claro! Pertence ao conjunto dos números complexos... Já é algo, o que mais?
Não penso em mais nada... Me canso, isto é só uma função matemática... Onde encontro respostas?!?
Sempre amei a matemática, mas e agora? qualquer coisa que eu tente da errado, isso não parece um problema com solução prévia, isso não parece mais uma folha de papel para eu rabiscar números e me divertir com os resultados... Isso é realmente um pouco mais assustador que descobrir a área de um triângulo desenhado erroneamente em um plano cartesiano... Aqui, você, é tudo tão imprevisível, e agora que a matemática parece não bastar? A disciplina que tanto amei toda minha vida parece inútil...
E agora? O que faço agora que a matemática não me ajuda mais a entender? Como faço pra lhe prever? Só com a matemática eu não consigo dizer que Eu amo você...
M8M'