"E esse é meu ódio, veneno que tomo querendo que outro morra..."

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quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

E no silêncio da noite...

Primeiro post do ano... Indiferente, tanta monotonia quanto antes...
Olá, blog vazia jogado ao vento, tudo bem?
E é com pesar que assumo que mais uma vez, aqui estou para confessar-lhe todo meu tédio rotineiro, minha tristeza monótona e meu ódio incalculável. Hoje, felizmente, ou não, este último nem tanto.
Mais uma vez o digo, estou cansado, cansado de minha rotina de poucos sorrisos e de tédio excedente. Cansado de um mundo repressor. A receita de minha vida tem se resumido a: Jarras de complexidade, tonéis de tristeza, litros de tédio, galões de ódio, confusões e perguntas em excesso e, salpicado miserávelmente, um pouco de amor. E é por esse salpicado medíocre que tenho vivido. Pela esperança, e com isso o resto dos ingredientes vagarosamente absorve tal salpicado acabando juntamente com a esperança. E então a que me prender? À poucas pessoas? E não é exatamente o que tenho feito? E assim, mais uma vez, durmo apostando iludidamente no amanhã.E é com essa vontade de ficar mais tempo que me deito caóticamente após um "Se cuide, até amanhã/hoje"...
"De tudo ou de nada, as palavras ainda não estão cansadas"

Isso, foi escrito ontem 'no silêncio da noite' depois que saí do computador e estava na sala... Bem, hoje eu já li e não gostei de algumas frases somente... então. Aí está.