"E esse é meu ódio, veneno que tomo querendo que outro morra..."

Visitas:

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

A morte.

A morte... Honestamente, me canso de pensar sobre... Mas a inevitabilidade me assusta. Vivo dias normais, raramente um dia que possa me orgulhar e estufar o peito para dizer que amei o dia, dias que ironicamente vem seguidos de dias de ódio horrivelmente maior que os dias normais. Li em um texto que “morrer é uma piada sem graça”, uma piada que me faria rir em certos dias, nos dias em que sinto uma ânsia de choro, lágrimas que o ódio e a frustração impedem de sair. E também, uma piada que em dias normais me dá um nó na garganta, uma tristeza inexplicável, uma ânsia de choro diferente, lágrimas que, agora, o orgulho impede que caiam.
Sinto saudade da simplicidade, tal que me fez viver feliz. Tal que agora é substituída por uma grande falta, um vazio inútil e revoltante, esse peso que me abate e me puxa para baixo, contra a direção da alegria. Sinto falta de um apoio, os únicos que pareço ter só se mostram na internet e em raros encontros que são repudiados pelos pesos. Anseio por uma felicidade, anseio pela morte dos tais pesos, e mais uma vez a consciência social me diz que desejar a morte de algo é rum e desumano, e então, me sinto desumano e desconexo ao mundo...
E ainda assim, desejo a morte... De um modo ou de outro, ou até mesmo, na pior da hipóteses, ou não, a minha...

4 comentários:

Lara Torres disse...

Bom, segundo um menino que nunca quis crescer, a morte deve ser uma grande aventura...
A vida não é feita só de aventuras, mas, a única coisa que temos de certo na vida, é a morte, porque essa, seja mais cedo ou mais tarde, chega...
Mesmo q tenhamos planos e vontades, nunca estamos a salvo dela...
Uma piada sem graça, pode até ser, mas, na verdade, a morte é a única certeza...
E com certeza, uma grande aventura, pois, nunca saberemos o que acontecerá depois...

Anônimo disse...

fala ae!
esse é daqueles textos que costumam nos aliviar a alma, não?!
por mais tensos que sejam, quando produzo algo do tipo, normalmente me sinto melhor depois, é quase um texto-terapia.
abraços!
p.s. e as provas, alguma nota já?!

Anônimo disse...

fala ae!
esse é daqueles textos que costumam nos aliviar a alma, não?!
por mais tensos que sejam, quando produzo algo do tipo, normalmente me sinto melhor depois, é quase um texto-terapia.
abraços!
p.s. e as provas, alguma nota já?!

Kyam disse...

Ainda acho que não tem nada no "depois, relação religiosa totalmente nula aqui, Lara... ^^


E aê, Carlos. Ótimo. E pensar nisso enquanto fasso uma prova de português é ainda melhor [(brincadeira)mas, até que fui bem na prova xD]. É engraçado, isso me espanta por poder não dar tempo de fazer coisas que quero na vida, mas me alivia por ter certeza de um fim...
E, passei em nada não, na UFRJ eu zerei Física, fiquei muuuito revoltado com isso, é uma de minhas matérias preferidas e tirei 0,75, ou algo assim. E na UFF não tive pontos o suficiente pra Engenharia química, por 5 pontos (precisava de 40 e fiz 35) não fui pra segunda fase. =\ Mas, agora é estudar pro ano que vem. ^^