"E esse é meu ódio, veneno que tomo querendo que outro morra..."

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domingo, 29 de janeiro de 2012

É... Mais uma vez.

É, estamos nos vendo mais uma vez. Não sei mais o por que de eu ainda teimar em vir aqui. Essas palavras já não ecoam livremente sem que ninguém as ouça como antigamente - e sinto saudade disso. Mas não consigo mais opinar sobre isso ser bom ou ruim,
; e hoje, está pesando mais pro "ruim". E, além de confessar ter ficado parado pensando se clicava ou não no "publicar postagem", aí está.
Há muito há coisas me incomodando, ou é algo a se tratar, ou é mais uma besteira da minha mente preocupada com cada detalhe desprezível. Mas ainda está a me incomodar. Não quero que tentem me entender, mas isso é pra outro post. Seja por futilidade, mas não aguento mais a nobre responsabilidade "sustentar" alguém. Há um tempo em que estou estagnado e não consigo mais deduzir e decidir o que fazer, não posso, quem quero, deixar de relevar o "depois". E são as mesmas frases e músicas ecoam em minha mente. Por que? Porque eu penso de mais em algo que, talvez, não devesse tanta atenção.
E mais uma vez paro um post no meio do caminho.
E, mesmo que estejam na ponta da língua, continuo a procurar palavras que nunca acho.

domingo, 15 de janeiro de 2012

É... Não sou nada...

E mais uma vez me vejo frente à essa tela em branco com esse mesmo cursor piscando. Torcendo pra que meus pensamentos não se formem e meus dedos não comecem a digitar...
Não sei quantas vezes mais virei aqui dizer minha palavras ridículas ao vento. Que seja uma vez a mais agora. "A estagnação de meus pensamentos já é tal, que qualquer opinião me parece falha"
Sou um nada. Não quero debates contrários. Não consigo aproveitar um simples dia sem fantasiar zilhões de supostos significados ilusórios pra cada passo espontâneo que seja dado diferente do normal, não consigo mais deixar de ser esse lixo pessimista, fútil e egocêntrico. Não consigo mais deixar de pensar nisso...
É triste, mas sou fraco. Todo meu silêncio é um escudo que me dê meu espaço pra pensar sozinho no meu canto. Mas já fico irritado por ter de mediar palavras até mesmo aqui...
É verdade, eu vivo por um pequeno grupo de pessoas que faz eu me sentir bem. Por esse pequeno grupo que, até tempos, só deixava que eu ficasse ali sem precisar pensar muito em nada. E ainda que surja o que eu não entenda, minha infantilidade vai me induzir à inúmeras tentativas de deduções. Ainda que impossíveis.
Sou um nada. Minhas aprovações vividas nunca foram excelentes, não tenho histórias, não tenho motivações, não tenho extremas qualidades e dentre muitas outras falhas, por que insistem em me super-estimar?
Estou à beira de não aguentar mais minhas próprias suposições e deduções, não aguento mais "não entender" o que se passa na mente de alguns enquanto luto pra acreditar que a de outros não seja tão óbvia. E como todos os outros, sou só mais um com meus pensamentos alheios - "Uma contradição que foge da minha mão fazer com que tudo que eu diga faça algum sentido" - que não quer ver alguém lutando para me entender. Só quero não precisar me preocupar, mais, com possíveis consequências indesejáveis por uma decisão minha. Não aguento mais essa estagnação.
E com os pensamentos ainda em flashs passando pela minha cabeça. Os deixo aqui. Não se apegue à entendimento, estou com sono e cansado... por tudo.
Agradeço à todos que estão de prontidão pra me receber com um abraço e me fazer rir. Não se deixem levar por essas palavras mal-escritas.

domingo, 27 de novembro de 2011

É... Uma felicidade em uma saudade

Dois posts em dias consecutivos. Ou estou a beira do suicídio ou hoje é um dia especial. É, estamos mais pra segunda alternativa. Sabe? É que hoje terminei de ver Yuyu Hakusho. E como o anime tem toda aquela mensagem de amizade e companheirismo, eu sabia que o final me deixaria assim. Mas, enfim. O que tenho a dizer?
Foi de imediato, ao ver os personagens do desenho em seus finais felizes, pensar na minha vida - normal, não? Deixando toda a ficção de lado, os personagens sofreram cortes, disparos de energia, treinamentos até a exaustão, separações e tudo mais; e no final apanhavam sorrindo por um dia ter quem encontrar. E enquanto a mim? Dia a dia o tédio me domina e minhas palavras se ostentam em depressão. Mas por quê? Oras, simplesmente não sei o "por quê"! Só olho pro mundo e a tristeza acontece com naturalidade, só olho pra rotina e não a aceito. Mas, tanto quanto os personagens do anime, eu tenho quem encontrar. Pessoas que, ainda que minha "insegurança" (por assim dizer) não me deixe dizer, eu amo. Pessoas que, ao menos aparentemente, gostam de mim. Pessoas que me fazem aguentar toda a hipocrisia de um mundo, só pra eu ter um abraço no próximo encontro. E como eu ouso ostentar toda essa tristeza? Por que diabos montei todo um pensamento em nostalgias e melancolias? Deixa pra lá. Isso sou só eu.