... Estou cansado/entediado... Melancólico, irritado, nostálgico, repugnante, desprezível... Que diferença faz? Há tempos os uso como sinônimos mesmo...
Faz anos que critico o mundo, questiono a vida, me faço incontáveis perguntas; e a que respostas cheguei?... É... Nunca entendi o mundo ou as pessoas. Mas, afinal, quem o fez sucessivelmente? Estou cansado de sorrir pra um mundo de dúvidas, cheio de ter de consentir o que ouço de lixos que me poluem com suas malditas vozes. Não quero mais TER QUE aturar pessoas mais desprezíveis que eu querendo se darem o luxo de tentar se mostrar algo bom... Estou super saturado de querer ser algo bom e me frustrar em não conseguir e ter de aturar imbecis tentando aumentar, inutilmente ou não, o brilho de suas almas pútridas e desnecessárias. Não agüento mais vídeos e dizeres de pessoas querendo ser os donos da verdade quando um mangá qualquer me diz algo mais significativo que aquilo... Não quero mais agüentar pessoas repudiando outras por serem outras, repudio esses insetos insignificantes olhando pra mim e tendo a audácia de rir sem ao menos se questionar sobre o que riem. Não quero mais esse caos quando penso em algo. Não quero esse aroma de morte em meus pensamentos. Não quero toda vez que me entediar correr ao blog e inutilmente me contradizer tentando me convencer...
Maldita hora em que li “Por que nos isolamos do mundo? Porque não gostamos das pessoas. Porque perdemos a esperança na vida. Porque não temos confiança em nós mesmos. Todas as respostas parecem corretas. Mas nenhuma delas é decisiva.” (...) “E, por mais que isso nos machuque, não conseguimos parar de buscá-la.”; “As pessoas estão sempre em busca de idéias originais”; “As pessoas sabem que não existe uma resposta correta, mas, assim mesmo, querem saber.”. –Kashiwa (NHK ni youkoso)
De novo penso em escrever sobre algo, e minha mente me leva a outro lado. Bem, agora é aguardar... Até a próxima... ;*
domingo, 13 de março de 2011
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
E no silêncio da noite...
Primeiro post do ano... Indiferente, tanta monotonia quanto antes...
Olá, blog vazia jogado ao vento, tudo bem?
E é com pesar que assumo que mais uma vez, aqui estou para confessar-lhe todo meu tédio rotineiro, minha tristeza monótona e meu ódio incalculável. Hoje, felizmente, ou não, este último nem tanto.
Mais uma vez o digo, estou cansado, cansado de minha rotina de poucos sorrisos e de tédio excedente. Cansado de um mundo repressor. A receita de minha vida tem se resumido a: Jarras de complexidade, tonéis de tristeza, litros de tédio, galões de ódio, confusões e perguntas em excesso e, salpicado miserávelmente, um pouco de amor. E é por esse salpicado medíocre que tenho vivido. Pela esperança, e com isso o resto dos ingredientes vagarosamente absorve tal salpicado acabando juntamente com a esperança. E então a que me prender? À poucas pessoas? E não é exatamente o que tenho feito? E assim, mais uma vez, durmo apostando iludidamente no amanhã.E é com essa vontade de ficar mais tempo que me deito caóticamente após um "Se cuide, até amanhã/hoje"...
"De tudo ou de nada, as palavras ainda não estão cansadas"
Isso, foi escrito ontem 'no silêncio da noite' depois que saí do computador e estava na sala... Bem, hoje eu já li e não gostei de algumas frases somente... então. Aí está.
Olá, blog vazia jogado ao vento, tudo bem?
E é com pesar que assumo que mais uma vez, aqui estou para confessar-lhe todo meu tédio rotineiro, minha tristeza monótona e meu ódio incalculável. Hoje, felizmente, ou não, este último nem tanto.
Mais uma vez o digo, estou cansado, cansado de minha rotina de poucos sorrisos e de tédio excedente. Cansado de um mundo repressor. A receita de minha vida tem se resumido a: Jarras de complexidade, tonéis de tristeza, litros de tédio, galões de ódio, confusões e perguntas em excesso e, salpicado miserávelmente, um pouco de amor. E é por esse salpicado medíocre que tenho vivido. Pela esperança, e com isso o resto dos ingredientes vagarosamente absorve tal salpicado acabando juntamente com a esperança. E então a que me prender? À poucas pessoas? E não é exatamente o que tenho feito? E assim, mais uma vez, durmo apostando iludidamente no amanhã.E é com essa vontade de ficar mais tempo que me deito caóticamente após um "Se cuide, até amanhã/hoje"...
"De tudo ou de nada, as palavras ainda não estão cansadas"
Isso, foi escrito ontem 'no silêncio da noite' depois que saí do computador e estava na sala... Bem, hoje eu já li e não gostei de algumas frases somente... então. Aí está.
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
A morte.
A morte... Honestamente, me canso de pensar sobre... Mas a inevitabilidade me assusta. Vivo dias normais, raramente um dia que possa me orgulhar e estufar o peito para dizer que amei o dia, dias que ironicamente vem seguidos de dias de ódio horrivelmente maior que os dias normais. Li em um texto que “morrer é uma piada sem graça”, uma piada que me faria rir em certos dias, nos dias em que sinto uma ânsia de choro, lágrimas que o ódio e a frustração impedem de sair. E também, uma piada que em dias normais me dá um nó na garganta, uma tristeza inexplicável, uma ânsia de choro diferente, lágrimas que, agora, o orgulho impede que caiam.
Sinto saudade da simplicidade, tal que me fez viver feliz. Tal que agora é substituída por uma grande falta, um vazio inútil e revoltante, esse peso que me abate e me puxa para baixo, contra a direção da alegria. Sinto falta de um apoio, os únicos que pareço ter só se mostram na internet e em raros encontros que são repudiados pelos pesos. Anseio por uma felicidade, anseio pela morte dos tais pesos, e mais uma vez a consciência social me diz que desejar a morte de algo é rum e desumano, e então, me sinto desumano e desconexo ao mundo...
E ainda assim, desejo a morte... De um modo ou de outro, ou até mesmo, na pior da hipóteses, ou não, a minha...
Sinto saudade da simplicidade, tal que me fez viver feliz. Tal que agora é substituída por uma grande falta, um vazio inútil e revoltante, esse peso que me abate e me puxa para baixo, contra a direção da alegria. Sinto falta de um apoio, os únicos que pareço ter só se mostram na internet e em raros encontros que são repudiados pelos pesos. Anseio por uma felicidade, anseio pela morte dos tais pesos, e mais uma vez a consciência social me diz que desejar a morte de algo é rum e desumano, e então, me sinto desumano e desconexo ao mundo...
E ainda assim, desejo a morte... De um modo ou de outro, ou até mesmo, na pior da hipóteses, ou não, a minha...
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