"E esse é meu ódio, veneno que tomo querendo que outro morra..."

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quarta-feira, 21 de julho de 2010

Pro inferno...

Vão pro inferno... Sim, estou cansado! Não sou, melhor, nunca fui! Nunca fui um maldito vivente a quem se deva orgulho, então por que me importo tanto? Nem eu mesmo sei mais... Vivi estes malditos 16 anos de minha vida tentando me superar e ser bom em algo, não sou bom na escola, não sou bom no video game, não sou bom escritor, não sou bem criativo, não sou bem extrovertido, não sou bom em esportes, não sou bom em popularidade, não sou bom em beleza, minha mente foge até ao mais fútil em busca de uma infame utilidade, pergunto-me se não poderia também ser uma negação quanto à respiração...
Estou cansado! Esse mundo desconexo e louco esta me enlouquecendo, estão brincando comigo como a um brinquedo que, uma vez sem utilidade, é jogado de lado até que o encontre novamente e não haja nada melhor para se fazer.
Sou aquela desgraça que tanto critiquei, um lixo vivendo por viver, sem um motivo explicito, o que perderia com uma morte agora? 1 dúzia de amigos e algum punhado de conhecidos. Meu tão frágil motivo por fim chega às ruínas deixando-me desnecessário à mim mesmo.
Por tudo que faça, por tudo fale, me perder em pensamentos e decidir por não fazer ou falar, por tudo que pense não há saída, belo labirinto em que estou perdido... Para que saídas? Nunca me vi necessário a mim mesmo mesmo...

terça-feira, 20 de julho de 2010

Peões de guerra

A falsa paz reina...
O ódio interno predomina
Sede do sangue alheio
histórias para nações dormir

A guerra entre nós
A guerra para nós?
Dizem que somos az
mais somos peões de guerra
guerra por agua petroleo ou poder, tanto faz

Refrão:

Somos peões de guerra
Matamos por ratõs de lixão
"Melhoramos" nossa patriá com sangue de nossos irmãos

Fim do refrão

E se isso não cessar...
Vamos continuar a matar
e a guerra não vai parar
e vamos nos destruir sem pensar...

Se querem continuar a guerra e terminar de se matar
Vão até um penhasco
e comessem a pular

Somos peões de guerra
matamos por ratos de lixão
"Melhoramos" nossa patria
Com sangue de nossos irmãos
Com sangue de nossos irmãos
com sangue de nossos irmãos


Composição: Wictor ^~^

Segundo ele "parece que fui eu quem escreveu". Bem, para ele é assim que penso, realmente gostei da letra ^^ então... aí está...

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Ódio é meu 'amor' por ti...

Ódio! Esse é meu sentimento afetivo por você!
(Ninguém lê os infernos que escrevo aqui mesmo...)
Óh, aclamado salvador, óh, meu nobre progenitor a quem eu deveria ser eternamente grato por ter dado-me a benção da vida... Esses malditos pensamentos populares insistem em não se aplicarem a mim, "Morra! Maldito progenitor, minha desgraça em forma paterna a quem tenho eterno ódio, se nascer é viver contigo, mate-me! Dispare! Pressione este lindo e sedutor gatilho em teu dedo! Se me destes a vida para isso, sinto em informar-lhe, prefiro a morte à você!"
Não, não é uma crise fútil modista raivosa contra pais, é um ódio fundamentado construído por anos contra a figura paterna, não desejo o 'amor' daquele maldito, somente a não-tortura psicológica que tenta me submete.
Lembra aquele dia? Em que eu apenas acenei com a mão para sua (tão desprezivel quanto você) mãe? Pois bem, eu SOMENTE acenei, sem propagação de sons, eu estava irritado, com você para variar, não estava bem e ainda assim fingi minha educação inexistente vinda de você, e hoje? Todos estes insultos, contra mim, minha mãe, a médica que parte nenhuma tinha na estória, e todos à sua volta. Quando eu apenas acenei, fui reprimido e tive de me desculpar por algo que não fiz, e hoje? Pedirá desculpa a todos? Ou apenas voltará fingindo não ter acontecido nada? É isso? Este o exemplo que um pai deve mostrar ao filho? Se for 'isso' a vida, ande! O que espera? Mate-me! Inferno de amor nenhum compensa, neste momento, o ódio que sinto pulsar minhas veias.
Isto não é natural... Eu não desejo sua morte, não apenas isso, quero ver-lhe rastejar, implorar sua vida sem valor, ver um planeta sujo com seu sangue fétido e podre, eu quero me divertir em ver seu sofrimento, quero tirar de ti cada momento a que me fizestes odiar, quero ver sua dor e rir os momentos que minha risada foi impedida por você, quero torturá-lo e impedir sua morte somente para minha auto-satisfação sádica e egoísta, o mais divertido da história? Tu és meu 'progenitor'... Sim, o infeliz responsável por minha estadia nesse planeta pútrido com tua presença, não és mais minha figura paterna, nunca foi, és, para mim, a representação do ódio e do mal em carne e osso... E que eu só quero 'brincar', ao meu jeito, como um filho deve-se fazer com um "pai"... Humpf...